Tem semanas que não te vejo
E o telefone é breve e frio.
Minhas lembranças de outrora são lampejos
De como feliz, risonho e sadio.
E agora, não sei se por ironia
Aprendi a esquecer certas coisas
Dou lugar ao frio, à brevidade, à insônia
Ao café, ao cigarro e as infames bebidas.
E aos domingos vem a saudade
Uma cabeça no braço, uma tarde de sono
De risos, abraços, afetividade
Que fazem falta, e que minimizam à meras memórias aqueles bons anos...
quinta-feira, 1 de maio de 2008
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Um comentário:
Eu tava me sentindo assim ontem, ainda estou, uma leve nostalgia em relação a minha infância, acho q vou até escrever sobre isso depois, felizmente (ou não) têm certas coisas q nós não esquecemos.
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