quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Idiotas Mortos?
Felicita-me ter em mãos a coragem pra dizer que discordo
Dela, nasce o bel prazer de mostrar a beleza
Em não ser rude, mas defender com firmeza
Sempre que não se faz o acordo
Felicita, ver que a discordancia produz união
Com saudades eruditas, que nada tem de ruim
E que nos libertam pra dizer, enfim,
"Por onde será que anda a opinião"?
Mas colocar a culpa num monoteismo dividido
E drogar uma causa em prol de seus erros
Já é um pouco mais que 'berrar por desterro'
Já que o erro nunca é algo comedido
E já que todos estamos no mesmo barco
Que se faça livre a expressão
Para que berrem a Buda, Javé, João
Ou a Maria ou Oxosse e seu arco
Para que ame-se meninos e meninas
Para que maconhe-se o que se achar devido
Para que se perca ou se faça uso recreativo
Da venenosa cocaina.
Cada um, sem tirar nem por,
Sabe onde colocar seus erros
Mas nao precisa correr em desespero,
Pois... Não sempre se perdoa o pecador?
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Escaleno
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Subjetividade poética
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Ao seu lado...
Papo furado, brincadeiras sacanas
Puxões de cabelo e palavras carregadas
De luxúria, desejo, risadas
De pedidos e idéias insanas
Mesclado à doce mistura
De defeitos, opostos, de músicas
Concordâncias, discordâncias, de vontades confusas
E historias com requintes de loucura...
Onde a fogueira é surreal
Sendo privada da liberdade
De queimar nos ares da realidade
Esse desejo impregnado de conotação carnal...
E carícias, carinhos, mordidas
Puxões de cabelo e sussurros pesados
E conversas, e papeis recheados
De esperanças despedidas.
Tragos, tragos e tragos...
Goles e mais goles sucedem
As convenções banais que impedem
Que tenhamos em nós satisfeito...
Nossas surrealidades diárias...
Que tem a deliciosa teimosia em manter traduzido
Esse querer que me deixa surpreendido
Por ainda povoar estas áreas...
E o velho tom de ciúme
Que só nosso elo entende
E esse seu discurso que se estende
E teimosamente nunca assume
Que é na mais pura verdade
Que se esconde com veemência
Mas que tem sucumbido a carência
E aos nossos gritos de liberdade...
domingo, 20 de setembro de 2009
Eu...
E a solidão que ele carrega,
Bem como o silêncio que se emprega
Neste agridoce acalento...
E as ditaduras que o acompanha